terça-feira, 14 de junho de 2011

10 leis do marketing em mídias sociais

10 leis do marketing em mídias sociais
1. A Lei de Escutar
O sucesso em mídia social e marketing de conteúdo depende mais de ouvir do que de falar. Leia o conteúdo do seu público alvo e participe de discussões para saber o que é importante para eles. Só então você poderá criar conteúdos e conversas que agreguem valor aos seus clientes e prospects.
2. A Lei do Foco
É se especializar do que ser “pau para toda a obra”. Uma mídia social altamente focada e uma estratégia de marketing de conteúdo destinam-se a construir uma marca forte. Elas terão mais chance de sucesso do que uma estratégia global que tenta ser tudo para todas as pessoas.
3. A Lei da Qualidade
Qualidade triunfa sobre a quantidade. É melhor ter mil contatos on-line que leem, compartilham e falam sobre o seu conteúdo que 10 mil conexões que desaparecem depois de se conectar com você apenas uma vez.
4. A Lei da Paciência
Resultados em mídias sociais e marketing de conteúdo não acontecem da noite para o dia. Embora seja possível fazer ações relâmpago, é muito mais provável que você precisa comprometer-se a longo prazo para alcançar resultados.
5. A Lei da Composição
Se você publicar conteúdo de qualidade e trabalhar para construir a sua audiência online, seus seguidores irão compartilhar seu conteúdo com seus amigos no Twitter, Facebook, LinkedIn, seus próprios blogs e muito mais.
Este compartilhamento e discussão sobre seu conteúdo abrem novos pontos de entrada para os motores de busca. Assim seu conteúdo estará acessível a um número cada vez maior de pessoas.
6. A Lei da Influência
Dedique tempo para os influenciadores online em seu mercado, que têm um público de qualidade e podem estar interessados em seus produtos, serviços e negócios. Faça contato com as pessoas e trabalhe para construir relacionamentos com eles.
Estes contatos podem compartilhar seu conteúdo com seus próprios seguidores, o que poderia colocar você e sua empresa na frente de um público novo enorme. Lembre-se: para isso a informação deve ser útil.
7. A Lei do Valor
Se você gastar todo seu tempo nas mídias sociais falando sobre seus produtos e serviços, as pessoas vão parar de ouvir. Você deve adicionar valor à conversa. Se concentrar menos em conversões e muito mais na criação de conteúdo surpreendente e desenvolver relacionamentos com pessoas influentes online.
8. A Lei de Reconhecimento
Você não iria ignorar alguém que o aborda pessoalmente, por isso você não deve ignorá-los online. Construção de relacionamentos é uma das peças mais importantes do sucesso em mídias sociais, por isso sempre reconheça e converse com cada pessoa que chega a você.
9. A Lei de Acessibilidade
Não publique o seu conteúdo e depois desapareça. Esteja disponível ao público. Isso significa que você precisa publicar conteúdo de forma consistente e participar das conversas. Se você não estiver disponível seu público não hesitará em abandoná-lo.
10. A Lei da Reciprocidade
Você não pode esperar que os outros compartilhem o seu conteúdo e falem sobre você se você não fizer o mesmo por eles. Assim, uma parte do tempo que você gasta em mídias sociais deve ser focado em compartilhar e falar sobre o conteúdo publicado por outros.
Antes de se aventurar nas mídias sociais não esqueça de proteger o computador de sua empresa. Links e páginas inseguros podem causar sérios riscos aos dados de seu negócio. Baixe o antivírus gratuito da Microsoft para pequenas empresas que livra você de mais uma dor de cabeça.


FONTE : http://migre.me/53vcq



http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&articleID=484920252&gid=3211036&type=member&item=51303311&articleURL=http%3A%2F%2Fpensandogrande.com.br%2F10-leis-do-marketing-nas-midias-sociais%2F&urlhash=eUGG&goback=.gde_3211036_member_51303311
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segunda-feira, 13 de junho de 2011

O Projeto de Lei 01/2011 ser votada nesta terça-feira (14/06 ), às 15h, na Câmara Legislativa - DF.

O Projeto de Lei 01/2011, que prevê a instalação de postos de combustíveis nos estacionamentos dos supermercados, hipermercados, shopping centers deve ser votado nesta terça-feira (14/06 ), às 15h, na Câmara Legislativa - DF.

A absurda proibição de postos nesses locais ocorre somente no Distrito Federal, imposta pela Lei Complementar 294/2000,   fortalecendo  a cartelização no DF e por isso combatida por este movimento popular desde 2009, quando chegou ao STF. Esta lei complementar se encontra nas mãos do Ministro  Celso de Mello para apreciação de Inconstitucionalidade. Através da pressão popular, Governo e Deputados Distriais terão que pensar bem antes de defenderem uma minoria de empresários. Faça valer sua indignação, com a máxima de que  "O POVO É A MAIOR DE TODAS AS AUTORIDADES" e deve prevalecer sua vontade. Encaminhe aos deputados abaixo seu total apoio ao PL 01, que se aprovado aumentará a concorrência e barateará o preço dos combustíveis.



Segue os emails de todos os deputados da Câmara Legislativa:
 
Deputada Eliana Pedrosa <deputada@elianapedrosa.com.br>,
Deputada Luzia de Paula <dep.luziadepaula@cl.df.gov.br>,
Deputado Washington Mesquita <dep.washingtonmesquita@cl.df.gov.br>,
Deputado Claudio Abrantes <dep.claudio.abrantes@cl.df.gov.br>,
Deputado Wasny de Roure <dep.wasnyderoure@cl.df.gov.br>,
Deputado Olair Francisco <dep.olairfrancisco@cl.df.gov.br>,
Deputado Agaciel Maia <dep.agacielmaia@cl.df.gov.br>, <agaciel9@gmail.com>,
Deputada Rejane Pitanga <dep.rejanepitanga@cl.df.gov.br>,
Deputado Evandro Garla <dep.evandrogarla@cl.df.gov.br>, <evandrogarla.distrital10123@gmail.com>,
Deputado Wellington Luiz <dep.wellingtonluiz@cl.df.gov.br>,
Deputado Patricio <dep.patricio@cl.df.gov.br>, <cabopatricio@gmail.com>,
 Deputado Joe Valle <dep.joevalle@cl.df.gov.br>,
Deputada Celina Leão <dep.celinaleao@cl.df.gov.br>, <celinaleao@gmail.com>,
 Deputado Cristiano Araujo <dep.cristiano.araujo@cl.df.gov.br>, <deputadocristianoaraujo@gmail.com>,
Deputada Liliane Roriz <dep.lilianeroriz@cl.df.gov.br>, <lilianeroriz2010@hotmail.com>, Deputado Dr. Michel <dep.drmichel@cl.df.gov.br>, <drmichelpsl@gmail.com>,
Deputado Roney Nemer <dep.roney.nemer@cl.df.gov.br>, <contato@roneynemer.com.br>, Deputado Benicio Tavares <dep.benicio.tavares@cl.df.gov.br>, <falecombenicio@beniciotavares.com.br>,
Deputado Raad <raad@deputadoraad.com.br>,
Deputado Chico Leite <chicoleite@chicoleite.org.br>,
Deputado Ayton Gomes  <aylton.simplesmente@gmail.com>,
Deputado Prof. Israel Batista <dep.profisraelbatista@cl.df.gov.br>,
Deputado Benedito Domingos <dep.benedito.domingos@cl.df.gov.br>
 
Charles Guerreiro
Coordenador do Movimento Contra a Cartelização dos Combustíveis no DF

terça-feira, 7 de junho de 2011

Planejamento Estratégico de campanhas de marketing para Mídia Social

 

Planejamento Estratégico de campanhas de marketing para Mídia Social

Algumas definições
“Estratégia é uma forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados” – Henry Mintzberg
“Estratégia é o conjunto de decisões e ações relativas à escolha dos meios e à articulação de recursos com vista a atingir os objetivos” – Thietart
“Em um sentido geral, estratégia é a definição dos grandes objetivos e linhas de ação estabelecidas nos planos empresariais ou governamentais. Tática, em complemento, definiria de forma mais detalhada como atingir esses objetivos.” – Wikipedia
Introdução
Quando penso em estratégia lembro-me dos estudos no MBA, da ferramenta de negócios BSC – Balanced Scorecard. Lembro dos livros e artigos que li a respeito do conceito, que é amplo e ainda não consensual, e da prática ensinada nas escolas e exercidas no campo de batalha das organizações.
Estratégias sempre foram muito úteis nas guerras e na competitividade de mercado. Estratégia requer planejamento, mas mais que isso, requer também uma boa gestão das ações necessárias para sua execução.
Não sou nenhum especialista em Marketing Digital ou mesmo Mídia Social, por isso, neste artigo, procurarei resumir de forma simples, clara e objetiva um pouco do que aprendi sobre este assunto nos cursos que fiz e nos livros e artigos que li.
A mídia social e o novo consumidor
“A mídia social não é o todo em si mesma, mas oferece ao marketing uma oportunidade inigualável de participar de forma relevante. Ela também fornece uma plataforma de lançamento para as táticas de marketing. Mídia Social não é uma ilha. É um motor de alta potência a bordo do navio mais amplo de marketing.” Matt Dickman

Segundo o livro “A Bíblia da Mídia Social” de Lon Safko e David K. Brake temos que:
“Mídia Social refere-se a atividades, práticas e comportamentos entre as comunidades de pessoas que se reúnem online para compartilhar informações, conhecimentos e opiniões usando meios de conversação.”
Mídia social inclui: as Redes Sociais online como Orkut, Facebook, LinkedIn, …; blogs; microblogs como Twitter; vídeo como o Youtube; e outras ferramentas online Web 2.0 que possibilitam a conversação.  Alguns autores e profissionais usam o termo “mídias sociais” para falar destas ferramentas.
Todo trabalho de marketing digital tem agora que considerar o novo consumidor, o consumidor online, chamado de Prossumer = Produtor & Consumidor, consumidor este que tomou posse do Marketing. Vide abaixo duas citações constantes no manifesto Cluetrain disponível em português na Internet.

“Uma poderosa conversação global começou. Através da Internet, pessoas estão descobrindo e inventando novas maneiras de compartilhar rapidamente conhecimento relevante. Como um resultado direto, mercados estão ficando mais espertos – e mais espertos que a maioria das empresas.” The Cluetrain Manifesto
“Estes mercados são conversações. Seus membros se comunicam em uma linguagem que é natural, aberta, honesta, direta, engraçada e muitas vezes chocante. Quer seja explicando ou reclamando, brincando ou séria, a voz humana é genuína. Ela não pode ser falsificada.” The Cluetrain Manifesto
Como podemos ver estas pessoas conectadas à internet, além de consumir, produzem informações na rede, e como consumidoras são interessadas, também, em interferir no desenvolvimento dos produtos e serviços que utilizam.
Ou seja, ao fazer o planejamento estratégico para esta nova mídia social, devemos lembrar que o consumidor agora é visto como: uma pessoa, um usuário, explorador, degustador, criador, contador de histórias, ativista, evangelista.
Além disso, pensando em Mídia Social nos negócios das empresas, devemos lembrar de que:
  1. A mídia social é toda sobre a possibilidade de conversas;
  2. Você não pode controlar as conversas, mas você pode influenciá-las;
  3. A influência é o alicerce sobre o qual todos os relacionamentos são economicamente viáveis construir.
E como diz Peter Senge, “O futuro das organizações dependerá cada vez mais de sua capacidade de aprender coletivamente.”.
As empresas que não têm uma estratégia de mídia social estão sendo míopes e estão se colocando em uma posição perigosa e vulnerável em relação aos concorrentes que já perceberam que a mídia social pode e deve desempenhar um papel intrínseco em seu negócio.
“Mudar é difícil. Não, mudar é fatal.” Anônimo
O Planejamento e os passos necessários
“Se você não sabe para onde vai, todos os caminhos te levam para lugar nenhum.” – Henry Kissinger
O planejamento pode não garantir o sucesso e muitas vezes quase tudo precisa ser mudado durante o processo de execução, mas isto não diminui sua necessidade, pois ele é que dá a direção e o caminho a seguir baseado no que já é conhecido no aqui e agora.
Ao invés de me alongar sobre os conceitos e as teorias, estou resumindo alguns passos ou até mesmo ciclos necessários do planejamento estratégico e em seguida falarei brevemente sobre cada um deles:
  • Defina os objetivos (o que você quer alcançar?)
  • Avalie seus recursos (tempo, $$$, pessoas, TI, …)
  • Identifique o público-alvo (“ouça”, pesquise)
  • Analise os pontos fracos, fortes, oportunidades, ameaças (SWOT) e a concorrência
  • Escolha os meios de conversação, ou seja, as ferramentas de mídia social
  • Defina estratégias de design, conteúdo, promoção, engajamento e conversão para cada meio escolhido
  • Planeje a implantação e a integração em ambiente de teste
  • Planeje o lançamento da campanha em produção e a divulgação
  • Identifique como serão medidos os resultados para análise e otimização
Definição dos objetivos
Se você trabalha para uma grande empresa, antes de desenvolver a sua estratégia, certifique-se de que seus superiores acreditam nas mídias sociais, e que o primeiro objetivo não é vender, vender, vender. Em outras palavras, se seu negócio é simplesmente entrar nas ferramentas de mídia social porque “todo mundo está fazendo isso” ou porque você quer vender o produto ao invés de construir relacionamentos, por favor, passe longe delas. Isso é um compromisso de longo prazo e não simplesmente uma jogada de marketing.
Identifique o que você quer alcançar, aonde você quer chegar e por que. Por exemplo:
  • Monitorar o mercado;
  • Observar o comportamento dos clientes;
  • Ficar de olho na concorrência;
  • Fortalecer o relacionamento entre sua marca e o cliente;
  • Ampliar e melhorar o serviço de atendimento ao consumidor (SAC);
  • Aumentar suas vendas.
Depois que você obteve uma idéia clara do que é que você quer realizar, ou seja, seus objetivos e metas, você precisa medir a linha de base, ou melhor, identificar o ponto onde você está. Isso é importante para depois poder medir o resultado de sua estratégia de mídia social.
Uma forma prática de pensar o item “aumentar vendas” é, em médio prazo, de alguma forma, gerar tráfego para o site ou e-commerce da empresa.
É importante lembrar que metas e objetivos devem estar alinhados com as políticas e os  objetivos globais empresariais.
Determine quem são os responsáveis pelas mídias sociais: marketing, relações públicas, comunicação, etc. Em um mundo ideal de mídias sociais para negócios, esses meios suscitam uma abordagem colaborativa e unem as áreas e profissionais. Neste caso mais importante que o cargo que a pessoa ocupa é o conhecimento e o gosto por mídia social.
Conheça os seus limites, considere o que pode ajudar e o que pode prejudicar a sua empresa, tenha planos alternativos. Pense até mesmo no que fazer no caso das coisas não saírem como foi planejado.
Avaliação de recursos
Quando falamos em recursos, lembramos de projetos e as questões relacionadas com prazo, orçamento e pessoas.
No que diz respeito a prazo, mídia social é relacionamento e isto requer tempo. Uma coisa é iniciar uma campanha num prazo, outra coisa é o tempo requerido para conseguir algum resultado consistente.
O custo da mídia social em si pode ser baixo e até mesmo gratuito, mas não todos os custos envolvidos no planejamento, no design, na preparação do conteúdo, na aquisição de ferramentas para medição e monitoramento, promoções de lançamento, etc. Qual é o orçamento disponível?
Quanto à quantidade de pessoas envolvidas no processo, isso depende muito do tamanho da empresa e dos objetivos. Uma grande empresa pode contratar serviços de agência tanto para o apoio no planejamento, quanto para a gestão das campanhas e das ferramentas, mesmo assim é necessário o trabalho de diversas pessoas internas tanto na definição das estratégias, quanto o acompanhamento da gestão/monitoramento.
Identificação do público-alvo
Ninguém melhor que sua organização para saber quem são os clientes e os potenciais clientes.  As questões são:
  • Quais as necessidades de informação que eles tem?
  • Quais os canais de conversação de mídia social (ferramentas web) que eles costumam usar? Blog, microblog (Twitter, …), rede social (Orkut, Facebook, LinkedIn, …), vídeo (Youtube), etc.
  • Como eles se comportam?
  • Existe mais de um perfil de público-alvo com necessidades, preferências e formas de comportamento diferentes?
Entre cuidadosamente na mídia social. Comece ouvindo (lendo), monitorando sua marca, produtos e serviços, concorrentes. A investigação é um passo muito importante na identificação do público alvo e até mesmo dos objetivos.
Desenvolva uma lista de sites de mídia social onde você pode potencialmente se envolver com seu público. A lista provavelmente irá começar com o Twitter, Facebook, LinkedIn, Youtube, alguns blogs e fóruns de discussão. “Ouça” atentamente o que eles estão dizendo, assim poderá identificar e compreender o seu público-alvo.
Analise SWOT e a concorrência
Sempre que falamos de planejamento estratégico lembramos-nos da ferramenta de análise SWOT, é um acrônimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).  Para isso precisamos olhar, sob o ponto de vista do planejamento que estamos fazendo, para dentro da empresa identificando os pontos fortes e os fracos, fazendo perguntas como:
  • No que somos bons?  Quais os nossos diferenciais?
  • Como estamos usando as ferramentas de tecnologia da informação?
  • Nossos funcionários sabem usar as ferramentas de mídia social? Estão usando em suas vidas pessoais?
  • Nossos funcionários usam as ferramentas de mídia social em nossa empresa?
  • Nossa empresa facilita a colaboração entre nossos colaboradores?
  • Qual a importância nós damos ao lazer e ao entretenimento?
  • De que forma e com que ferramentas nos comunicamos internamente?
  • De que forma nossos funcionários estão sendo treinados e aprendendo?
  • Os gestores agem como verdadeiros líderes, mentores, orientadores?
  • Nossa empresa é um lugar agradável e divertido para se trabalhar?
  • Nossa empresa é uma empresa criativa e inovadora?
  • …
E para fora da empresa, identificando as oportunidades e as ameaças (riscos):
  • O que nossos clientes mais valorizam em nossa empresa?
  • O que nossos clientes valorizam menos em nossa empresa?
  • Quão familiarizados nossos clientes são com TI e ferramentas de mídia social?
  • Nossos clientes utilizam mídia social em sua vida pessoal? E nos negócios?
  • De que forma nos comunicamos com nossos clientes?
  • Que tendências ou fatores de estilo de vida estão afetando nossos clientes?
  • Estamos obtendo feedback dos nossos clientes sobre nossos produtos e serviços?
  • Nós colaboramos com nossos clientes? E eles, colaboram com nossa empresa?
  • O que faz nossos clientes fazerem negócios com a nossa empresa?
  • Que importância damos na educação de nossos clientes (referente a nossos produtos e serviços)?
  • Complete as sentenças: Nossos clientes nos amam porque … e não gostam de nós porque …
  • O que nosso cliente gosta mais no nosso concorrente?
  • …
Quanto à concorrência, podemos também perguntar: O que eles estão fazendo? Como? Onde?
As respostas a estas questões podem nos ajudar a refinar nossos objetivos e metas estratégicas, além de nos permitir identificar/conhecer melhor nosso público alvo. Dedique tempo para amadurecer as idéias e conceitos.
Escolhendo os meios de conversação
As possibilidades são muitas desde as ferramentas Web mais conhecidas como WordPress, Twitter, Facebook, Youtube, etc., ou até mesmo alguma vertical, mais voltada ao seu segmento de negócio.
Cada ferramenta tem suas vantagens:
  • blogs e vídeo são muito úteis para educar o cliente e passando a eles informações relevantes e diferenciadas;
  • microblogs como o Twitter são excelentes para melhorar o atendimento ao cliente com interações em tempo real, respondendo perguntas, informando sobre novidades e melhorias – muitas vezes os textos podem conter links para o blog ou site, etc.;
  • redes profissionais como o LinkedIn podem ser muito úteis para reforçar a marca, procurar por profissionais, oferecer vagas, discutir assuntos em grupos de interesse, etc.;
  • redes como o Facebook, permitem uma interação maior entre o cliente e a marca (Fã Pages), pois facilitam a atualização dinâmica de informações sobre a empresa, produtos, serviços e promoções além de permitir a conversação com os clientes e prospects para obter sugestões, opiniões, feedback, etc.
As ferramentas mudam muito rapidamente, algumas acrescentam melhorias, outras desaparecem , novas surgem a todo dia. O mais importante é entender os conceitos, os tipos de ferramentas disponíveis, para que serve cada uma delas e quais são mais apropriadas para o setor, o negócio e os objetivos da empresa.
No mundo de negócios, o teste limítrofe para uma ferramenta ou aplicação de mídia social é simples: Ela permite a você se engajar com clientes, potenciais clientes, empregados, e outros interessados no negócio facilitando um ou mais destes itens: comunicação, colaboração, educação, entretenimento.

Planejando o design, o conteúdo, as promoções o engajamento e as conversões
Para cada meio de conversação de mídia social é preciso pensar estrategicamente.
É importante planejar e trabalhar o design sob o ponto de vista do visual (logo, cores, fontes, etc.) e da navegabilidade.
No caso de um blog o conteúdo de cada artigo precisa ser preparado, conferido e aprovado antes de cada publicação. As publicações devem ser programadas com antecedência. O conteúdo preferencialmente deve ser exclusivo e com certeza deve ser relevante. Diversos artigos do blog devem estar prontos antes do lançamento.
No caso das Páginas de fãs do Facebook, o conteúdo de cada aba também precisa ser preparado com atenção antes do lançamento. É preciso pensar numa promoção para conseguir os Fãs no lançamento, dentro do Facebook, fora do Facebook e offline.
As conversas também precisam ser planejadas, pois é necessário saber o que dizer, o que perguntar e o que responder. As questões dos usuários precisam ser respondidas e com rapidez. Com isso você os sensibiliza, gera confiança e até mesmo engajamento.
Depois de adquirir algo entre 500 e 1000 fãs, seguidores, amigos e/ou assinantes de e-mail, adquirindo a confiança e a lealdade deles com conteúdo consistente e respostas confiáveis, você pode ter uma estratégia para converter uma boa parte deles em clientes pagantes. Como, por exemplo, eventos especiais, cupons, descontos e outros incentivos para dar a eles um motivo para agir.
Tudo isto precisa estar alinhado com as políticas e os padrões da empresa, que muitas vezes precisam ser revistos com o uso da mídia social. Além disso, os profissionais que entrarão em contato com os usuários, clientes ou prospects, precisam ser orientados, treinados e capacitados para o papel.
Planejando a implantação, a integração e o ambiente de teste
Discuta (brainstorm) todas as idéias e obtenha certeza que pode continuar com altos níveis de precisão.
Verifique as campanhas, as táticas, a equipe, as parcerias, as ferramentas, tudo.
E para a implantação:
  1. Providencie e implemente as plataformas de mídia social.
  2. Construa os perfis de mídia social, não se esqueça de preencher todos os critérios
  3. Não publique ainda, faça um rascunho do projeto para seu gerente e diretores aprovarem.
  4. Otimize os perfis usando de ferramentas, aplicações, recursos e dicas para dar conseguir uma diferenciação, uma vantagem competitiva.
  5. Conecte os perfis, para que ao publicar o artigo no blog ele ative uma chamada no Facebook, Twitter, LinkedIn …
  6. Configure o seu blog (WordPress) – tema, plugins, CSS …
Uma boa parte do trabalho pode ser desenvolvida em ambiente de teste, ou pelo menos um ambiente não divulgado. Estabeleça um período experimental para todas as plataformas de mídia social antes do lançamento e veja como você pode testar dentro de sua empresa, com colegas ou mesmo com clientes fiéis, obtendo assim feedback para corrigir e melhorar tanto quanto você puder.
Planejando o lançamento da campanha em produção e a divulgação
No lançamento da campanha utilize ofertas, descontos, eventos online e offline, publicidade, website, assessoria de imprensa. Os melhores resultados são obtidos quando se cruza a mídia offline com a online.
Identificando as métricas para análise e otimização
Como foi dito no início, as métricas devem estar relacionadas com os objetivos.  Elas serão importantes durante a gestão, pois é necessário saber o que está acontecendo e se está havendo um retorno sobre o investimento.  Além disso, a análise dos resultados permitirá a melhoria contínua do trabalho em mídia social.
Existem diversas ferramentas que poderão ser muito úteis na análise e monitoração das mídias digitais, e para conhecer mais sobre isto recomendo os artigos: Métricas e Ferramentas para Mídia Social e  Como medir o ROI em Mídia Social.
Seja paciente, perseverante e lembre-se:
  • No curto prazo, não se preocupe demais. Assegure-se de que tudo está se ajustando. Que a sua comunidade está crescendo; que as interações acontecendo ao seu redor; que as pessoas estão falando sobre sua marca, dando feedback, gerando tráfego para o seu blog/site/e-commerce e algumas conversões.
  • Em médio prazo, tenha na mente engajamento, lealdade, alcance da marca, sentimento, vendas, recompensa x esforço, líderes de opinião.
  • Em longo prazo, o que realmente importa são os resultados. Isto pode variar de três meses a três anos, depende do seu produto / serviço e seus objetivos, é claro.
Por favor, fique a vontade para contribuir com um comentário e compartilhar este artigo com seus amigos.
Meu endereço no Twitter é: @neigrando
Se ainda não viu, não deixe de assistir o vídeo: The Social Media Revolution e as frases em inglês e português.
Um Mapas Mental: BSC – Balanced Scorecard, com resumo de conceitos e estudos pessoais.


http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&articleID=461944193&gid=3211036&type=member&item=49461397&articleURL=http%3A%2F%2Fneigrando.wordpress.com%2F2011%2F04%2F05%2Fplanejamento-estrategico-de-campanhas-de-marketing-para-midia-social%2F&urlhash=VP09&goback=.gde_3211036_member_49461397

 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

Dicas para quem vai deixar o carro em casa por causa do aumento do combustível e começar a usar o transporte público do DF.



1º desejo boa sorte e paciência, pois o transporte em Brasília é caro e ruim.

Metrô
Lento, lotado, sem ventilação e caro. É o mais novo metrô do Brasil, já nasceu ineficaz e ultrapassado, não atende a população.

Pode ser perigoso nos horários de pico para : crianças, idosos, gestantes e deficientes, pois com trens sempre“lotados” os usuários viajam esmagados, e chegar nos assentos preferenciais é impossível.

Caso consiga entrar no metrô e arrumar um canto para encostar vai ser espremido, pois a maioria das pessoas não tem onde segurar dentro dos trens e tentam se equilibrar mas caem uns em cima dos outros.

Se tiver gripado não entre ou vai espirrar no rosto dos passageiros que ficam a menos de um palmo do seu.

Reze para o trem não quebrar, de vez em quando acontece, e ai! Só Deus é quem sabe o que pode acontecer.


Ônibus
Velhos, lentos, sujos, barulhentos, sem ventilação adequada e escassos. Andar de ônibus no Distrito Federal pode ser uma aventura perigosa muitos são piratas e a fiscalização não tem controle.

Vá para o ponto de ônibus com muita antecedência, pois as empresas não cumprem os horários.

Por causa dos engarrafamentos, o ideal é ouvir música para descontrair, mas o barulho de alguns ônibus é tão grande que concorre com o fone de ouvido e o “stresse” pode aumentar.

Muitos lugares no DF não tem ônibus para outras cidades satélites e não existe integração, então vai precisar pegar 2 ou mais ônibus e pagar 2 ou mais passagens.


Transporte alternativo
Não existe e atual governador prometeu organizar a volta das “Vans” mas até agora nada.


Carona
Pode ser perigoso, a fiscalização pode confundir com transporte pirata e prender seu amigo.

Ciclovia
Pífio e insignificante são os adjetivos para os poucos quilômetros construídos.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Melhores estratégias para sua marca no Facebook





Uma pesquisa feita pela Buddy Media revela três dicas que podem ajudar muitas empresas na hora de atualizar a página no Facebook. A primeira, explica que o horário comercial é o pior momento para postar conteúdo na rede social e que postar fora deste período elevará suas taxas de engajamento em 20%. “Enquanto os profissionais de marketing trabalham de segunda a sexta, o Facebook está funcionando ativamente 24 horas por dia, sete dias na semana,” diz Michael Lazerow, CEO da Buddy Media. Por isso, as marcas devem se adaptar a agenda de seus consumidores com a finalidade de aperfeiçoar seu engajamento.
Além disso, os três horários de pico do Facebook são: de manhã (7 horas), no fim da tarde (5 horas) e no fim da noite (11 horas). Não é apenas o horário que influencia na relação do consumidor com a marca. Dependendo da ação ou do assunto retratado no post, o dia da semana também interfere na audiência. Por exemplo, para entreter, os melhores dias são sexta, sábado e domingo.
O segundo conselho dado é para que o texto seja conciso. De acordo com a pesquisa, os posts com 80 caracteres ou menos tem mais relevância do que os maiores. E enquanto o conteúdo deve ser pequeno, a URL não pode ser. Afinal, a URL completa é três vezes mais eficiente do que as encurtadas por ferramentas como bit.ly. A razão dessa preferência é o fato das pessoas gostarem de saber o destino desses links.
Incentivar seus consumidores a participar, compartilhar ou comentar suas atualizações também é importante. Frases como “Nos curta se você apoia “nosso conteúdo”…” são muito mais eficazes do que explicar o porquê de o cliente curtir algo. Essa mesma técnica serve para os comentários. É necessário motivar seus fãs a participarem da discussão, colocando sempre indagações no final do post.
Se sua empresa tem pouco engajamento com seus fãs no Facebook, vale a pena usar essa técnica. Quem sabe não funciona bem com sua marca também. Boa Sorte!


http://www.idigo.com.br/melhores-estrategias-para-sua-marca-no-facebook/

domingo, 10 de abril de 2011

Dez dicas úteis (de um escriba fútil) para curiosos, estudantes, focas, jovens jornalistas e diletantes de quaisquer gêneros:

1)    Assim como falar ao motorista do coletivo, você deve tuitar apenas o necessário com o nome que assina as reportagens. Com um twiiter fake, no entanto, se vingue, desmoralize a chefia, relate as fraudes da redação, poupe apenas a gostosa do telemarketing.
2)    Nem todo bêbado ou drogado é um Hunter Thompson. Se beber, esqueça o gonzo e o jornalismo-literário, tente apenas o velho e objetivo lead-sublead, esse caminho é mais fácil do que fazer um 4 diante do guarda.
3)    No primeiro escalão do poder, jovem escriba, você só achará as aspas e o lero-lero dando sopa. Invista no último dos barnabés e estafetas. Nesse subsolo da burocracia está o ouro, o grande furo que persegue.
4)    Quando o jabá mais vagabundo e banal alcançar 50% do seu salário, leve o inocente presentinho até a mesa do chefe e mostre como o mísero contracheque da firma põe em risco a sua inabalável independência. É importante revelar ao contratante como estão buscando saber o seu preço.
5)    Nunca acredite que um assunto é tão velho e batido ao ponto de não poder trazê-lo à tona outra vez com um simples tapa na abertura do texto. Ou você faz ou chupará o chicabon da revolta e da inveja gutenberguiana no dia seguinte. Todo bom repórter é como um bom carroceiro de rua, vive de reciclagem.
6)    Se checada mais de três vezes, a maioria das matérias não resiste, não se garante diante do verossímil. Portanto, cheque com moderação ou esteja condenado ao ineditismo.
7)    Nunca beba em demasia com sua fonte ao ponto de você ou o próprio “garganta profunda” esqueçam o motivo daquele encontro fundamental para a história contemporânea. Nesse tipo de conversa sigilosa, apenas três uísques.   
8)    Você pode ter recebido a reportagem quase pronta –as grandes assessorias hoje vivem disso, amigo-, mesmo assim finja um esforço épico diante do chefe. Conte histórias mirabolantes de como apurou aquele texto, fale baixinho ao seu ouvido, cheio de segredos e mistérios. Como na conquista amorosa, matéria fácil não dá tesão, não tem graça.
9)    Apure com rapidez e requinte, deixe a matéria pronta e fuja para o cinema de tarde. Um bom filme o deixa mais ilustrado do que dez anos de jornalismo. Só há um problema nisso: você encontrar por lá, na mesma sessão, um dos seus superiores. Já vive esse drama. Acontece.
10) Viver como mendigo ou se infiltrar entre camelôs para relatar a experiência é fácil. Não tem mais graça. Quero ver encarnar um milionário ou um bom burguês brasileiro. Quem se habilita?
Escrito por Xico Sá 

terça-feira, 15 de março de 2011

7 etapas para criar e cultivar uma Marca nas mídias sociais

1.Quem: defina a personalidade da marca e o que ela simboliza. A mídia social é sobre as pessoas conectarem-se com pessoas, e não com avatares. Dê vida à sua marca e seu negócio. Dê-lhe uma personalidade, voz e presença. Se a sua empresa fosse uma pessoa, como ela agiria, falaria, responderia?

2.O que: Ouça as conversas on-line e aprenda com elas. Avalie como a marca é percebida usando ferramentas de busca da web. Crie um benchmark que capte a percepção dos usuários e preste atenção para os sentimentos vinculados à sua marca e concorrentes. Tente o Google, Collecta.com, Google Blog Search e Analytic.ly para começar. Se você está trabalhando com um orçamento razoável, também considere o uso de serviços como a Aceita.

3.Quando: Fique atento às oportunidades que surgirem. Cada ferramenta acima fornece sistemas de alerta para que você saiba o que está rolando nas mídias sociais. Monitore a web em tempo real para ver o nível de atividade que acontece todos os dias. Fique atento às conversas que representem oportunidades para uma ação positiva, bem como aquelas que contribuem para as impressões negativas.


4.Onde: Saiba onde sua presença é necessária. Twitter, Facebook, YouTube, Flickr e blogs, estão entre as redes sociais mais frequentemente usadas hoje. Utilize os serviços mencionados na etapa 2, você pode ter uma ideia exata de onde os seus clientes estão interagindo online. Uma vez que você tiver essa informação, você pode montar um plano de ação para fazer parte das conversas, aprender a construir relacionamentos valiosos, e contribuir para a fidelização.

5.Como: Torne-se parte da comunidade. Preste muita atenção à forma como as pessoas interagem, a cultura e o comportamento que existe dentro de redes sociais que são importantes para você. Suas palavras e ações revelam oportunidades para um envolvimento com valor agregado. Monitore as respostas que se seguem cada vez que você participar. Elas vão oferecer um feedback que ensina como melhorar e quais são os próximos passos que você deve tomar.


6.Por que: Encontre as razões que justificam a sua participação. Preste atenção aos temas recorrentes, questões e insights, ou a falta deles. Se o fizer, encontre as razões para o envolvimento inicial, bem como as ideias que incentivem a criatividade e dão valor para o envolvimento.


7.Até que ponto: Identifique os indivíduos que podem ajudá-lo a contar a sua história. Muitas pessoas estão ganhando autoridade dentro das redes sociais e o que dizem influenciam aqueles que os rodeiam. Você pode identificá-los usando as mesmas ferramentas nas etapas 1 e 6.

domingo, 13 de março de 2011

Reforma política para ampliar a democracia.

 Por Paulo Teixeira PT-SP                                   


Confiram texto de autoria do Deputado Paulo Teixeira PT – SP, líder do PT na Câmara, publicado pela Folha de S.Paulo deste domingo (13/3):


A Câmara acaba de instalar uma comissão especial para tratar da reforma política. A iniciativa coincide com um momento em que cresce a consciência da necessidade de um revigoramento de nosso sistema político e eleitoral.
O Brasil tem uma democracia representativa de massas, mas o sistema pode ser aperfeiçoado, com medidas que reduzam os custos das campanhas e deem sentido programático às disputas.
A crescente preponderância do poder econômico nos processos eleitorais tem provocado profundas distorções nas instituições legislativas e executivas. Amplos setores da sociedade são alijados das disputas eleitorais, em função dos altos custos das campanhas. Tal fato é facilmente observável nas disputas por cargos executivos em todos os níveis e, principalmente, nas eleições proporcionais.
A interferência do grande capital privado nas eleições é uma das principais fontes das crises políticas que vivemos nos últimos tempos. O uso de caixa dois e favorecimentos a candidatos ligados ao capital resultam em aumento do tráfico de influência e da corrupção no âmbito da administração pública.
O financiamento público vai explicitar os custos do sistema político, não os transferindo para o Estado, via contratos. O único compromisso da pessoa eleita, seja em que esfera for, será com o eleitor. Financiamento público pode não ser perfeito, mas ajudará a limitar as fraudes e facilitará a fiscalização.
O sistema de votação atual é uninominal, em que um eleitor vota num candidato, sem ter em vista a cultura programática. Isso enfraquece os partidos. Daí a necessidade do voto partidário, que vai fortalecer os partidos e permitir mais racionalidade ao debate eleitoral.
Garante-se, assim, mais nitidez partidária e programática, tirando o caráter personalista do sistema atual, em que candidatos apresentam propostas voluntaristas, clientelistas, ilusórias. Caberá aos partidos mudar o seu funcionamento, com garantia de democracia interna.
Precisamos rejeitar soluções mistificadoras, como as do voto distrital e do “distritão”. Este quebra o pluralismo, a proporcionalidade, acentua a influência do poder econômico e exacerba o personalismo.
O voto distrital transforma o Congresso em espaço para assuntos paroquiais e permite que uma minoria social detenha a maioria parlamentar, eliminando o princípio “a cada eleitor, um voto”, que preserva o caráter plural do Parlamento.
Necessitamos de estímulos à representação feminina e de negros nos três níveis de representação legislativa, além de mecanismos que aprofundem a participação da população na política, via plebiscitos e referendos, como nas democracias mais avançadas.
As mudanças que preconizamos fortalecem nossa democracia, dão mais transparência ao nosso sistema representativo e, sobretudo, asseguram mais agilidade e legitimidade nos mecanismos de expressão de toda a sociedade. Eis o desafio do Congresso Nacional.

http://migre.me/42rne 

http://migre.me/42rne

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

BIG BROTHER BRASIL BBB11

BIG BROTHER BRASIL

(Luis Fernando Veríssimo)


Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A  décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.


Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...


Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que  recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.


Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.


Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?

São esses nossos exemplos de heróis?


Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..


Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.


Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.


Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.


O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.


E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!


Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.


Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?

(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.


Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós.. , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.


Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Haiti


O Haiti foi o primeiro país latino americano a se declarar independente, chegou a ser a colônia mais rica das Américas, chamada de: “Pérola das Antilhas”, com produção e exportação de: café, cacau, algodão e açúcar. 

A história é parecida com a do Brasil, mudam apenas alguns personagens: a colonização foi de espanhóis: Cristóvão Colombo chegou em 1492; exterminaram os índios “Taínos” que foram os primeiros habitantes daquela ilha; Trouxeram negros da áfrica para trabalhar nas lavouras; aboliram a escravidão em 1794; criaram uma constituição em 1987 e em 1990 tiveram eleições livres.

A decadência do País começou em 1957 ,quando a família “Duvalier” , pai e filho: Papa Doc e Baby Doc, instalaram no país a pior ditadura da história; mataram e perseguiram milhares de opositores. 

 A sucessão de golpes de estado, violência, governos de elite, miséria, corrupção ; intervenções de outros países que causaram revoltas e conflitos entre os habitantes ; mais dois furações que em 2008 devastaram o país e por último em 2010 aconteceu o maior terremoto já registrado naquela região, colaboraram para destruição de toda estrutura do país.

Numa catástrofe desse nível, o país não teve estrutura para socorrer a população. Antes do terremoto 80% da população vivia abaixo da linha da pobreza, sobrevivia de ajuda humanitária e apoio de outros países.

1 ano após o terremoto a situação continua muito grave, nada mudou.

O que políticos podem fazer com uma nação? mesmo com terremotos poderia ser um pedaço do paraíso.

                                                                  
Cronograma Haiti

v     1492 chega Cristóvão Colombo.
v     1697 Espanha e França assinaram tratado de “Ryswuick” que passa o controle da ilha para a França.
v     1776 eram a mais rica das colônias latino-americanas.
v     1957 começa a ditadura de “François Duvalier” conhecido como: Papa doc, Médico sanitarista, com certo prestigio internacional, toma posse do governo e morre em 1971, quando seu filho” o Baby Doc.” assume.
v     1986 Baby Doc. foge para França depois de vários protestos populares.
v     1990 Jean-Bertrand Aristide assume o poder depois das eleições, e no ano seguinte é deposto.
v     1994 Aristides vence as eleições, com ajuda dos Estados Unidos e grupos rebeldes querem que ele novamente seja deposto então a ONU envia tropas armadas para restabelecer a ordem.
v     No século 19 tiveram 20 presidentes, 16 foram assassinados ou depostos.
v     Haiti significa: “Terra das Montanhas”
v     Haiti -, são a segunda maior das Grandes Antilhas, com a superfície de 76.192 km² e cerca de 9 milhões de habitantes. Com 640 km de extensão entre seus pontos extremos, a ilha tem formato semelhante à cabeça de um caimão (pequeno crocodilo abundante na região), cuja "boca" aberta parece pronta a devorar a pequena ilha de Gonâve. O litoral norte abre-se para o oceano Atlântico, e o sul para o mar do Caribe (ou das Antilhas).

Valéria Itabaiana
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Filme : Tropa de Elite 2


Fiquei triste...

Fui  assistir “Tropa de Elite 2”, entrei no cinema animada e sai angustiada, por um momento me passou a censura da ditadura militar em que a verdade era escondida e reprimida e essas histórias de corrupção e violência envolvendo pessoas importantes ficavam em segredo. A liberdade de expressão trouxe este sentimento dual, por um lado a felicidade de ter a verdade e por outro a frustração e impotência diante da verdade.

O que vamos fazer com essa realidade tão triste? Como vamos virar país de 1º mundo se for realmente verdade que algumas pessoas pagas para proteger e representar o povo não passem de criminosos disfarçados? Em quem podemos confiar?

Fico feliz com a qualidade do cinema nacional, com o alto nível dos profissionais envolvidos, tudo perfeito. Adoro o estilo anti-herói de nossos protagonistas, mas gostaria que a história do filme fosse apenas ficção.

 Sai do cinema com medo.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Torneio de futebol prejudica moradores em Taguatinga


Torneio de futebol prejudica moradores em Taguatinga


Um torneio de futsal vem tirando a paz de moradores de Taguatinga Norte e colônia agrícola samambaia, tudo por que os jogos acontecem com música alta que treme os vidros das residências e são narrados no auto falante por um locutor que grita incansavelmente a cada gol, em média são mais ou menos 100 gols por dia.

Os moradores procuraram a Policia civil e foram avisados que o evento foi autorizado pela Administração regional de Taguatinga e a mesma permitiu música e foguetes mesmo depois das 00:00h.

Os vizinhos do Taguaparque vão ter que passar dezembro acuados dentro de casa sem abrir janela, descansar, ver TV ou mesmo falar ao telefone vão ficar a mercê do organizador do torneio que marcou jogos para até as 2 horas da madrugada.

Desde sua inauguração o Taguaparque é motivo de reclamação entre os vizinhos, todas as noites no final de semana jovens se reúnem no estacionamento do parque com som automotivo os encontros vão até 6:00 da manhã.

Mesmo depois de muitos pedidos, os organizadores se recusam abaixar o som e respeitar os horários, ficam em média 10 horas seguidas sem desligar o som sempre alegando que tem uma autorização que lhes dá direito de atrapalhar o sossego durante os 15 dias que durar o torneio.

Valéria Itabaiana

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Oligopólio dos combustíveis



No Distrito Federal, 15 pessoas comandam o mercado de combustível, sendo que, um único grupo detém 50%. O preço do combustível é o mais alto do Brasil e não tem variações, isto é, não existe concorrência. Numa cidade em que o transporte público é deficiente e a população precisa percorrer grande distancias, não pode haver um “Cartel” prejudicando as pessoas, mesmo porque o preço da gasolina interfere quase tudo.

QUEM PODERÁ NOS SALVAR ??

sábado, 20 de novembro de 2010

O coqueiro


O coqueiro

                                                                                
Aquele coqueiro velho na beira da estrada me cumprimentava todos os dias quando eu passava por lá sacudindo suas folhas e fazendo chorar suas flores em cima de mim.


Aquele coqueiro velho na beira da estrada acompanhou o meu crescer o meu viver...


Coqueiro velho, hoje comigo chora de saudades da minha infância vendo o meu sofrer.



☆ Marlene Itabaiana   ★1944  ★2010   in memoriam ★ 
                                                                              

☆  ☆     ☆     ☆    ☆ Mãe.....saudade eterna!!  ☆ ☆  ☆ ☆    ☆   
 

vαℓєriα iταвαiαทα

Estratégia de webmarketing

Estratégia de webmarketing: A importância da presença nos motores de busca (SEO e SEA)

Na hora de implementar uma estratégia de web marketing, o nosso posicionamento nos motores de busca é um dos pontos fulcrais a contemplar. Afinal, estudos recentes da Google Portugal demonstram que 92% dos portugueses utilizam os motores de busca para tomar decisões, o que os torna no local online por excelência para estar.
Ao pensarmos quais as ferramentas a utilizar para nos posicionarmos nos motores de busca, uma das questões que se coloca é onde devemos aplicar mais esforço e investimento: SEO ou SEA?
Antes de nos debruçarmos sobre as vantagens e desvantagens de cada um, há que fazer um pequeno conceito e enquadramento sobre os mesmos:
SEO - Significa Search Engine Optimization / Optimização para motores de busca.
SEA - Significa Search Engine Advertising / Publicidade nos motores de busca

Para aprofundarmos o conceito, utilizaremos o conhecido exemplo do Google:
SEO – quando realizamos uma pesquisa, os resultados orgânicos que dela advém, devem-se a um bom SEO do website, ou seja, a forma como a estrutura interna de cada uma das páginas foi construída. Por exemplo, quando colocamos no Google a palavra “marketing”, o facto deste blog surgir em segundo lugar, deve-se a uma série de boas práticas de SEO – baseadas em factores internos e externos.
Boas práticas de SEO

Factores Internos – diz respeito à optimização do próprio website, em termos de conteúdo (que deve ser relevante) bem como uma série de afinações realizadas no código-fonte, nomeadamente: título do website, Tags, MetaTags, Keywords, entre outros.
Factores Externos – diz respeito à forma como outros websites interagem com o nosso. É o caso da quantidade de links que apontam para o nosso website – podendo, aqui, incluir-se a divulgação em blogs e redes sociais.
Uma correcta conjunção destas boas práticas, melhoram consideravelmente a visibilidade dos websites na Internet. É com base nestas boas práticas e utilizando um sistema de pontuação, que o Google classifica as páginas de internet – de 1 a 10 – naquilo que se designa por Page Rank.
SEA - quando realizamos uma pesquisa, para além dos resultados orgânicos, existem outros que surgem e que se inserem dentro da categoria de publicidade online e que se designam por links patrocinados – é o caso dos anúncios criados através do Adwords.
Criar um anúncio online com o Adwords é fácil, o verdadeiro desafio está em conseguir que esse anúncio corresponda aos objectivos estratégicos e produza os resultados esperados. Para isso, há que saber construi-lo de acordo com a classificação de anúncios instituída pelo Google (sumariamente, este valoriza os anúncios que estejam intimamente relacionados com a pesquisa que foi realizada).
Mas, afinal, em que ferramenta deveremos aplicar mais esforço ou investimento? Para auxiliar a essa decisão, há que nomear as principais vantagens e desvantagens de cada uma:
SEO
Vantagens Desvantagens
  • Excelente para divulgação a longo prazo
  • Os resultados da pesquisa orgânica despertam mais atenção sendo, pois, mais passíveis de serem clickados
  • Não implicam pagamentos mensais
  • Há muitos utilizadores-comuns adversos a links patrocinados, pelo que resultados derivados da pesquisa orgânica são mais credíveis
  • Surgir na posição que se ambiciona pode demorar algum tempo
  •  Não aconselhável para acções das quais se pretenda um retorno imediato, como promoções ou campanhas
  • Apesar de não existir necessidade de pagamentos directos, implica um investimento de tempo e um know-how específico
SEA
Vantagens Desvantagens
  • É imediato. Excelente para divulgação a curto prazo
  • Um utilizador mais informado sabe que através dos links patrocinados, poderá encontrar exactamente aquilo que procura
  • Total controlo sobre o que aparece no anúncio e possibilidade do texto ser alterado a qualquer momento
  •   Implica um investimento mensal
  •   Desperta menos atenção por parte dos utilizadores – visualmente, o olhar recai mais sobre os resultados da pesquisa orgânica
  •   Muitos utilizadores-comuns são adversos aos links patrocinados

  • Certas palavras-chaves já são muito utilizadas, implicando um investimento muito elevado
Deste modo, o esforço e investimento a aplicar em SEO ou SEA numa estratégia de web marketing, depende dos objectivos, timming e público-alvo para o qual se está a comunicar. O ideal é ter esses pontos definidos e, a partir daí, fazer uma conjugação sensata entre as duas ferramentas.
Se criarmos uma promoção pontual para o Natal, em que tenhamos de obter resultados em pouco tempo, o maior investimento deverá ser em SEA. Se, por sua vez, quisermos aumentar a notoriedade da empresa/marca, criando conteúdo de relevância no website, a principal escolha será investir em SEO.
Olhe para a sua empresa e marca. O que pretende comunicar?
FONTES:
E-commarketing Show – palestra de Pedro Tavares
Wikipédia – http://pt.wikipedia.org/ Sobre a autora

http://migre.me/2mBQi

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Minhas receitas sem Gluten

    Estou fazendo uma dieta de desintoxicação alimentar que tem como restrição ao glúten. No começo fiquei apavorada pela dificuldade para comprar produtos,mas depois de várias pesquisas pela internet encontrei receitas e comecei a fazer. Estou super adaptada a nova realidade, ja emagreçi e me sinto melhor sem gluten, o próximo passo vai ser cortar a lactose.

Couve Flor gratinada
AMO SALADA!!
 




Adicionar legenda


Bolo de Fubá sem gluten
 Bolo de cenoura sem gluten e sem lactose
na Vasilha ao lado Biscoito de côco sem Gluten e sem
lactose.
Legitimo Pão de queijo mineiro sem leite